<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>EVILGAMBIT´S LAIR</title>
	<atom:link href="http://www.evilgambit.com/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.evilgambit.com/blog</link>
	<description>desde 1999</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 10:15:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>O Justiceiro nos videogames &#8211; artigo por Ninja</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2012/02/04/o-justiceiro-nos-videogames-artigo-por-ninja/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2012/02/04/o-justiceiro-nos-videogames-artigo-por-ninja/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 10:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1837</guid>
		<description><![CDATA[Fazendo justiça nos videogames desde 1990. &#160; &#160; Quem você acha mais bacana? Aquele herói bonzinho que se desdobra pra salvar o dia e prender os bandidos, ou aquele cara agressivo que não faz a menor questão de preservar a integridade física dos vagabundos e sequer pensa duas vezes antes de eliminar os mesmos? Bom, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/JhVs9.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>Fazendo justiça nos videogames desde 1990.</p>
<p><span id="more-1837"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem você acha mais bacana? Aquele herói bonzinho que se desdobra pra salvar o dia e prender os bandidos, ou aquele cara agressivo que não faz a menor questão de preservar a integridade física dos vagabundos e sequer pensa duas vezes antes de eliminar os mesmos?</p>
<p>Bom, não sei quanto a sua opinião mas eu acho a segunda opção BEM mais interessante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse é o clássico anti-herói, aquele cara que faz o que teoricamente seria certo, mas por meios que não são &#8220;politicamente corretos&#8221; e de alguns anos pra cá esses caras estão em alta, basta ver o perfil típico de protagonistas de filmes, jogos, séries e HQs que andam surgindo nas últimas décadas.</p>
<p>E dentre os vários personagens desse gênero, sem dúvida alguma o meu favorito é ninguém menos que Frank Castle, vulgo O Justiceiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo não sendo um costumeiro leitor de HQ e não manjar quase nada do mundo dos super-heróis, O Justiceiro sempre chamou minha atenção, por vários motivos na verdade, mas os principais são:</p>
<p>- Não possui superpoderes.<br />
- Extremamente agressivo.<br />
- Sabe que lugar de bandido é no caixão.<br />
- E é perfeitamente &#8220;palpável&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando digo palpável me refiro ao fato de que é perfeitamente possível existir um &#8220;Justiceiro&#8221; no mundo real. Vamos tomar por exemplo o Batman que passamos a ver na visão do diretor Christopher Nolan em seus recentes filmes.</p>
<p>OK, Bruce Wayne é um cara sem nenhuma habilidade sobre-humana, possui apenas treinamento em táticas militares e artes marciais e uma imensa quantia de grana, o que o deixa praticamente sem limites para fazer o que bem entender. Mas convenhamos, duvido muito que um bilionário iria passar as noites vestido de morcego, surrando bandidos e correndo pelos telhados da cidade, muito menos pilotando um tanque em ruas aonde engarrafamento é praticamente um fato constante.</p>
<p>Se os pais do Eike Batista fossem mortos por exemplo e mesmo depois de adulto ele ainda desejar vingança, seria bem mais provável que ele utilizasse de seus recursos e contatos para localizar e ferrar o assassino. E não se fantasiar e partir em uma heróica investida contra os criminosos da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora imagine um graduado militar que teve toda sua família massacrada em uma investida do crime organizado e que foi dado como morto, o que lhe restaria? Treinamento de combate e guerrilha, facilidade de conseguir armamentos, contatos importantes e muita sede de vingança. Nada impede que um sujeito nessa situação saia armado até os dentes fazendo justiça com as próprias mãos, e é justamente ai que está a graça do personagem da Marvel, se comparado aos demais ele é MUITO convincente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nosso amigo da roupa de caveira embora seja antigo (surgiu em 1974), fez poucas participações no mundo dos games.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua primeira aparição foi em The Punisher, lançado para o NES em 1990, era um shooter em terceira pessoa bem simples, o jogador seguia na pele de Castle pelas ruas de Nova York atirando em qualquer coisa que cruzasse seu caminho, em um pequeno número de repetitivas missões. Não era muito empolgante pois o controle do personagem era bastante simples, podendo mover-se apenas para a direita e esquerda, tendo foco maior no controle da mira, mas com várias limitações, levando em conta que o jogo foi um dos poucos rail-shooters que o console da Nintendo viu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/1f5Kg4lQB4A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O jogo ganhou um port para o GameBoy no ano seguinte, tendo além das modificações óbvias devido a mudança de plataforma, o chefe final que foi alterado para o fatiado Jigsaw, enquanto na versão original o vilão da vez era o roliço Kingpin.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já em 1993 as coisas melhoraram bastante para o velho Frank. A Capcom mestre em lançar bons títulos para os arcades, presenteou os fliperamas com um excelente beat&#8217;em up do personagem da Marvel, também com o nome de The Punisher, o jogo coloca Castle e Nick Fury (que na ocasião ainda era branco) para socar todos os criminosos de Manhatthan, com o objetivo final de meter uma bala na testa do Kingpin.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/kwD2G5bk85o" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse é provavelmente um dos jogos mais divertidos do gênero já feitos para a placa CPS-1 e de longe o mais famoso do Justiceiro, não conheço nenhum jogador veterano mais ou menos da minha idade que não tenha se deliciado enquanto usava Castle ou Fury para descarregar uma chuva de balas nos inimigos. Pois seguindo o raciocínio de Frank: &#8220;Se você é culpado, então deve morrer!&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os anos de 1994 e 1995 o Mega-Drive ganhou uma versão desta aventura, mas pela diferença absurda no hardware o contraste com a versão arcade era alto, toda a qualidade caiu, gráficos, sons, jogabilidade e o jogo sofreu até uma certa censura, tendo alguns elementos limados em sua versão para o console da Sega.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/9aHRckUys24" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já em 2005 o Justiceiro finalmente teve o respeito que merecia no mundo virtual e chegou mandando muito bem no divertido título de ação produzido pela Volition e publicado pela THQ, para diversas plataformas.</p>
<p>O jogo se baseia no filme lançado no mesmo ano (aquele com o Thomas Jane na pele de Castle) e no arco &#8220;Welcome Back, Frank&#8221; que durou nas bancas entre abril de 2000 e março de 2001, no game temos um carrancudo Castle que usa dos mais diversos métodos para tirar informações, conseguir dar cabo de seus inimigos e enfiar justiça goela abaixo de todos os meliantes da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um jogo de ação extenso e bem interessante, aonde o jogador deve controlar Frank por diversas fases, enfrentar adversários clássicos das HQs e encontrar pelo caminho vários outros personagens do universo Marvel em uma trama recheada de ação e mortes, muitas mortes.</p>
<p>Apesar de que em certa altura o game se torne repetitivo, já que o objetivo principal é eliminar a maior quantidade de bandidos possíveis, ele tem pontos bem curiosos, como o bacanoso sistema de interrogatório onde Castle pode torturar seus adversários para que eles abram o bico dando informações preciosas, e inúmeras maneiras de executar aqueles que cruzarem seu caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ny7Bi-zZ3HY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E a última visita de Frank aos consoles foi em The Punisher: No Mercy, lançado exclusivamente para o PS3 e disponível na PSN.</p>
<p>Tentando pegar carona no divertido filme Punisher: War Zone lançado em 2008, o game de PS3 se mostrou um grande tiro no pé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora a propaganda de que o game fazia uso da potente Unreal Engine, o jogo não passa de um FPS dos mais simples onde o foco basicamente é a disputa multiplayer, fugindo disso o jogador tem um modo história bem safado com profundidade praticamente inexistente.</p>
<p>Talvez a ideia de ter um game de qualidade por um preço baixo fosse apenas puro marketing para empurrar aos jogadores algo bem insosso e que deixa muito a desejar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/NS1MY4hFwLU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas terminada a contagem dos corpos, o saldo de Frank em suas aparições pelo mundo dos games infelizmente é negativo, devido a falta de qualidade das produções, o que realmente é uma pena, pois um personagem tão bacana quanto esse merecia ser mais explorado, e na geração atual sob a batuta de desenvolvedores competentes, sem dúvida alguma renderia um título soberbo, já que para Frank, bandido bom é bandido morto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Justiceiro nos videogames &#8211; Artigo por Ninja</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://i.imgur.com/JEhzM.jpg" alt="" /></center></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2012/02/04/o-justiceiro-nos-videogames-artigo-por-ninja/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mortal Kombat Arcade Kollection &#8211; análise por evilgambit</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/30/mortal-kombat-arcade-kollection-analise-por-evilgambit/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/30/mortal-kombat-arcade-kollection-analise-por-evilgambit/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 11:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de jogos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1834</guid>
		<description><![CDATA[A coleção sangrenta dos arcades, quase perfeita no Playstation 3. &#160; &#160; Quando Mortal Kombat Arcade Kollection foi anunciado em 2011 logo após o bem sucedido Mortal Kombat (que o pessoal chama de MK9) com excelentes gráficos, o melhor modo história dos jogos de luta de todos os tempos e todo o feeling dos clássicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/EhXk0.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>A coleção sangrenta dos arcades, quase perfeita no Playstation 3.</p>
<p><span id="more-1834"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando Mortal Kombat Arcade Kollection foi anunciado em 2011 logo após o bem sucedido Mortal Kombat (que o pessoal chama de MK9) com excelentes gráficos, o melhor modo história dos jogos de luta de todos os tempos e todo o feeling dos clássicos jogos da série, os fãs de longa data ficaram ansiosos para jogar novamente MK1, MK2 e Ultimate MK3 com multiplayer online e quem sabe gráficos retrabalhados.</p>
<p>Não considero como ponto fraco, mas fica o aviso: tirando o óbvio upscaling para 1080p e alguns filtros disponíveis nas opções, os 3 jogos presentes na coletânea são cópias idênticas dos fliperamas, sem qualquer melhoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E quando o jogo foi lançado no final de agosto de 2011, os fãs caíram de pau na koletânea pois ela apresentava problemas graves: o multiplayer online, ansiosamente esperado, não funcionava como devia; o lag era absurdamente alto e tornava qualquer partida online impraticável.</p>
<p>Haviam outros problemas como a impossibilidade de jogar com &#8220;zoom wide&#8221; e alguns bugs menores na emulação dos jogos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Felizmente meses depois um patch gratuito foi disponibilizando corrigindo o multiplayer online, retificando alguns bugs na emulação, adicionando novas opções (incluindo ai a possibilidade de jogar em tela cheia em sua LCD ou Plasma), tornando novamente a kolêtanea atraente para quem tem saudade de dar um gancho nos oponentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu vou confessar, não sou o maior fã da série. Mas sempre gostei muito dos dois primeiros jogos da franquia. MK1 teve uma passagem memorável pelos fliperamas dos anos 90 e com conversões polêmicas para Mega Drive e Super Nintendo, e sua sequência, maior e melhor sob todos os aspectos foi bastante apreciada no meu SNES no distante ano de 1994.</p>
<p>Não sou um bom jogador de Mortal Kombat e não ajuda o fato da CPU desses jogos ser roubada ao extremo. Me divertia jogando com amigos e executando os fatalities, sem dúvida o grande diferencial da série. A mitologia dos jogos também sempre foi atraente, torna a história e personagens míticos e atemporais no universo gamístico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu comprei essa koletânea por um motivo simples, para jogar Mortal Kombat 1 no meu Playstation 3 com toda a comodidade que só um console, o sofá e uma boa TV pode proporcionar. O jogo é um resquício da genialidade dos espetaculares arcades da Midway que disputavam tapa a tapa a preferência dos jogadores com a concorrência japonesa feroz de gigantes como Konami, Capcom e SEGA.</p>
<p>E jogo está lá, quase perfeito, com a grandiosa trilha sonora, os gritos desesperados que outrora ecoavam alto nos fliperamas sujos dos anos 90 e a jogabilidade simples e funcional que juntamente com a violência de teor inédito nos arcades o fez imortal no gênero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora posso jogar MK1 como no fliperama, com as introduções em FMV dos personagens, sprites enormes para os personagens digitalizados e a jogabilidade rápida e simplificada idêntica ao original. Porém, cabe um crítica: a emulação de MK1 ainda tem um pequeno bug na faixa de audio do cenário Goro´s Lair, espera-se que seja corrigida em um futuro patch.</p>
<p>Testei muito o modo online (nos 3 jogos) e ele funciona muito bem, possibilitando partidas quase sem LAG se os oponentes obviamente não forem do outro lado do globo. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também joguei MKII e Ultimate MK3 e não nego, são tecnicamente muito superiores ao primeiro jogo da série. A grande sacanagem desses é que não existe diversão nenhuma jogando sozinho (lembrando novamente, como nos arcades a CPU é ROUBADA) e é necessário ter algum amigo online na PSN dispostos a dar uns sopapos retrogamísticos, desta forma eles são muito divertidos.</p>
<p>MKII é mais rápido, tem mais golpes e personagens. A jogabilidade é um refinamento do MK1.</p>
<p>Ultimate MK 3 me lembrou bastante o Mortal Kombat novo lançado ano passado, bem mais rápido e com a possibilidade de executar combos de fácil domínio me lembrando bastante o clássico Killer Instinct da Rare. Mesmo assim achei ele o pior do três, talvez por trazer novidades demais e se distanciando bastante do visual e jogabilidade dos anteriores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pelo preço de dez dólares, considero o pacote uma verdadeira pechincha. São 3 grandiosos arcades dos anos 90 que retornam à atual geração (também está disponível para Xbox 360 e prometido para PC) por um valor interessante e com a desejada opção de jogatina online, que agora funciona perfeitamente.</p>
<p>Mas se esses jogos não resgatam em você nenhuma memória áurea dos anos 90 ou se simplesmente o gênero não faz o seu gosto, eu aconselho pensar duas vezes pois os jogos não envelheceram bem como seus concorrentes e boa parte do appel desta koletânea provém do saudosismo que o jogador tem ou tinha para com eles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mortal Kombat Arcade Kollection &#8211; NetherRealm Studios &#8211; Playstation 3 &#8211; análise por evilgambit</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.evilgambit.com/blog/2011/04/24/mortal-kombat-o-primeiro-filme-critica-por-evilgambit/">Clique aqui</a> para conferir a crítica de MORTAL KOMBAT &#8211; O Filme<br />
<a href="http://www.evilgambit.com/blog/2011/10/07/a-frustrante-dificuldade-de-mkii-por-evilgambit/">Clique aqui</a> para aprender macetes para jogar MKII contra a CPU</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O trailer desta koletânea:</p>
<p><center><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/13rHN_TiXzY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como bônus, o interessante making of de Mortal Kombat 1.</p>
<p><center><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/CUBAKk64FS8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E para fechar com chave de ouro este sangrento artigo, os fatalites de MK e MKII:</p>
<p><center><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/q9e_w_CYrrk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/30/mortal-kombat-arcade-kollection-analise-por-evilgambit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lembra do STARGAME? &#8211; por evilgambit</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/28/1830/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/28/1830/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 11:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universo gamer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1830</guid>
		<description><![CDATA[Via sinal do receptor da antena parabólica lá das casa dos meus pais. &#160; &#160; Stargame foi um programa de TV exibido pelo canal pago Multishow durante a segunda metade da década de 1990, porém ganhou popularidade porque também foi exibido com sinal aberto via satélite para todas as antenas parabólicas dos anos 90. Era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/pAsns.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>Via sinal do receptor da antena parabólica lá das casa dos meus pais.</p>
<p><span id="more-1830"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Stargame foi um programa de TV exibido pelo canal pago Multishow durante a segunda metade da década de 1990, porém ganhou popularidade porque também foi exibido com sinal aberto via satélite para todas as antenas parabólicas dos anos 90.</p>
<p>Era assim que eu assistia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não era um programa coeso e muito menos profundo. Eram exibidas algumas dicas, macetes bem superficiais nos jogos do momento, mas mesmo assim era bacana e por dois motivos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1- Em 1995 e 1996 (que foi a época que assisti) não havia outro meio de assistir os jogos em movimento nas mídia de divulgação. À época éramos reféns da Ação Games e Supergamepower e só podíamos acompanhar os lançamentos através de FOTOS. Poder visualizar jogos em movimento como o esperadíssimo Virtual Fighter para o Sega Saturn, por exemplo, foi bem bacana.</p>
<p>2- O apresentador Cristiano Gualda não manjava nada mas se esforçava para agradar. Lembrando que claramente era um programa destinado à crianças e adolescentes, dá para relevar o humor idiota das chamadas pois haviam momentos bem engraçados, em especial nas entrevistas com celebridades variadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fuçando na grande rede e conversando com o @lucianoprestes no twitter eu encontrei uma entrevista esclarecedora sobre o antológico programa, talvez o primeiro totalmente dedicado sobre o tema no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/RXjHg7gtNdU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Você pode conferir a entrevista na íntegra <a href="http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2011/05/entrevista-com-cristiano-gualda-ex-apresentador-do-stargame.html">neste link</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E logo abaixo você confere uma pequena amostra do programa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/GPgwSa9fbPs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/28/1830/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 musicas inesquecíveis do saudoso Neo Geo &#8211; por evilgambit</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/22/10-musicas-inesqueciveis-do-saudoso-neo-geo-por-evilgambit/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/22/10-musicas-inesqueciveis-do-saudoso-neo-geo-por-evilgambit/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 10:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1816</guid>
		<description><![CDATA[Meu top 10 musical na saudosa plataforma da SNK. &#160; &#160; Quando a MVS da SNK foi lançada em 1990 ela elevou os jogos de arcade a um novo patamar técnico. A placa de arcade da fabricante japonesa possibilitava incríveis gráficos em sprites com vários efeitos de zoom, rotação e transparência, uma respeitável paleta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/Q6hU9.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>Meu top 10 musical na saudosa plataforma da SNK.</p>
<p><span id="more-1816"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando a MVS da SNK foi lançada em 1990 ela elevou os jogos de arcade a um novo patamar técnico. A placa de arcade da fabricante japonesa possibilitava incríveis gráficos em sprites com vários efeitos de zoom, rotação e transparência, uma respeitável paleta de cores,  um processador poderoso e áudio potente, que possibilitava cristalinas vozes digitalizas e com musicas com qualidade que chegava próximo ao CD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando o Neo Geo AES chegou ao mercado (meses depois), uma intacta conversão da placa MVS para uso doméstico, tornou possível pela primeira vez jogar jogos com a mesma qualidade do arcade no conforto do sofá, mas a um custo imenso. Só para exemplificar cada cartucho de Neo Geo AES custava em 1991 absurdos 200 dólares. Para se ter uma ideia, em 1989 o Mega Drive foi lançado nos EUA por 190 dólares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isso explica o advento do Neo Geo CD, lançado em 1994 e com as mesmas especificações técnicas do Neo Geo AES, tendo apenas uma diferença: o uso de CD´s em detrimento dos caros cartuchos. O preço dos jogos caiu consideravelmente, porém a plataforma não se tornou popular.</p>
<p>Por quatro motivos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Os jogos 2D baseado em sprites começavam a ser substituídos pelos jogos poligonais, impulsionados pelos então novos Playstation e Sega Saturn.</p>
<p>- Dali alguns anos os jogos de luta (a especialidade da SNK) começavam a entrar em decadência, em pról de novas franquias e gêneros como Final Fantasy, Resident Evil, Tomb Raider, etc.</p>
<p>- O mercado de arcades (fliperamas) começou a declinar, até praticamente morrer no ocidente no final da década de 90. Mercado esse que era fundamental para os negócios da SNK, pois eram eles que financiavam o desenvolvimento de incansáveis sequências e versões &#8220;SPECIAL´s&#8221;.</p>
<p>- O Neo Geo CD tinha loadings irritantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A SNK acabou faliu, ressuscitando e hoje sobrevive debruçada sobre o saudosismo de suas marcas, todas oriundas no Neo Geo. Seja dando continuidade a séries de luta ou lançando coletâneas e conversões para as plataformas atuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É&#8230; o que seria apenas um texto introdutório acabou se tornando uma espécie de resumo (bem informativo) sobre a história de um dos meus consoles preferidos, o NEO GEO AES.</p>
<p>Jogar seus ótimos jogos é uma deliciosa experiência retrogamística e boa parte do prazer proporcionado vem das belíssimas trilhas sonoras compostas pelos magos da SNK.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu pretendo num futuro distante discutir sobre os compositores das eras 8 e 16 bits, tão injustamente esquecidos hoje em dia, mas por hora vou apenas listar minhas dez musicas preferidas nos jogos de Neo Geo que tenho aqui na minha sala de estar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cabe informar que existe uma divisão clara nas composições para o Neo Geo; quando o Neo Geo CD chegou ao mercado ele trouxe melhorias no audio dos jogos, em suma, a SNK tratou de remixar ou recompor a trilha sonora de boa parte dos jogos lançados em CD, é o chamado &#8220;arranged version&#8221;.</p>
<p>A diferença é brutal em alguns jogos, as trilhas &#8220;arranged&#8221; tem simulação de instrumentos musicais bem melhores que no arcade, qualidade digital e algumas são até cantadas. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bom, comecemos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Samurai Shodown &#8211; Earthquake theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/hCYO3hh41CY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Fugindo um pouco do tema sonoro majoritário japonês do jogo, a musica de Earthquake é bem rock ´n roll. Até hoje eu lembro dos tempos de arcade, visualizando o desbunde visual proporcionado pelo cenário e tamanho do sprite do personagem, com esses arranjos de guitarras bem bacanas!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fatal Fury Special &#8211; Big Bear theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/Rd9w-yuZtOU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Muito parecida com o tema de Earthquake. Big Bear é o gigante caminhoneiro de Fatal Fury Special, um dos meus jogos preferidos da plataforma. Antes disso ele foi o mascarado Raiden do primeiro Fatal Fury e teve seu retorno triunfal no recente The King of Fighters XIII, para Xbox e PS3.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art of Fighting 2 &#8211; Jack theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/N1OsGeEjnxg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Ok, começo a visualizar um padrão aqui. Todos os obesos da SNK tem uma trilha sonora &#8220;pesada&#8221;. Art of Fighting 2 é muito legal (seria mais legal se não fosse tão roubado) e o motoqueiro mal encarado tem um tema à altura de sua carranca. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>KOF 95 &#8211; Ikari Warrior´s theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/kb3zvcJitT8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>KOF 95 tem musicas memoráveis, esta é uma das melhores e também merece menção porque acabou não sendo utilizada nos jogos seguintes, então fica marcada com carinho na lista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>KOF 96 Iori Yagami team theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/kILUSr1lyyk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Arashi no Saxophone, a preferida de muitos fãs da série. Esta é a versão arranged lançada para o Neo Geo CD e utilizada posteriormente nas conversões para Saturn, Playstation e disponíveis em quase todas as coletâneas onde este jogo encontra-se disponível (MENOS na versão vendida por download na PSN para o PS3). Lembro-me de quando comprei a versão para o Saturn e ouvi essas musicas melhoradas, fiquei abismado com a diferença perante às versões originais do arcade. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fatal Fury 3 &#8211; Hon Fu theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/Qfc8YTCwLUg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Hon Fu é um personagem inspirado no carismático Jackie Chan, e no jogo é um policial a caça do perigoso Yamazaki. A musica da versão arranged é sensacional, e fica ainda melhor quando você joga pois o visual do cenário do Hon Fu é soberbo, verdadeira arte em sprites.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fatal Fury Special &#8211; Geese Howard theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/IWsUy6rH5qE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>O tema de Geese, o antagonista da família Bogard na série Fatal Fury, debutou no primeiro jogo da série e tornou-se uma marca registrada para o personagem. Se Geese estiver presente, com sua pose provocativa e arrogante, a sua musica também estará. Dentre tantas versões, a minha preferida é a arranged de FF Special.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>KOF 98 &#8211; Seoul team theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/GZtx8Ms1KE4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>A trilha sonora do time de Kin Kaphwan tem várias versões e uma das mais lembradas é a arranged de KOF 96. Mas o tema Seoul Town na versão MVS de KOF 98 é inesquecível para mim pois foram muita e muitas disputas ao som desta musica nos fliperamas nos idos de 1998 e 1999. Sempre que a ouço sou transportado aos bons tempos da PROGAMES, lista de golpes na revista GAMERS e lendas urbanas envolvendo personagens em versões &#8220;OROCHI&#8221;. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fatal Fury Real Bout Special &#8211; Blue Mary theme (bonus song)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/XxiCPBFvDS4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Essa é em homenagem a melhor (e mais impiedosa) moderadora que o EGL INN já teve.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>KOF 96 &#8211; Esaka! theme</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/ifG376LtUiM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>O tema de Kyo Kusanagi, protagonista da série KOF nos melhores anos que ela teve. É uma musica memorável e hoje pode ser considerada como o hino para toda a biblioteca de jogos do Neo Geo. Essa é a versão arranged para KOF 96, na minha opinião a melhor de todas.</p>
<p>Esaka! como todas as outras da lista evoca um sentimento muito saudosista nos fãs.</p>
<p>Os jogos do Neo Geo resgatam em mim uma época com menos preocupações, mais tempo livre e uma verdadeira obsessão pela uma plataforma, que até hoje é cara para colecionadores. À época era apenas um sonho infundado para um humilde jogador que valorizava cada ficha disponível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje, quando jogo meu Neo Geo (seja o AES, Neo Geo CDZ ou as coletâneas para PS2/PS), eu não penso no quanto gastei com eles mas sim no quanto eu sempre quis tê-los. Essa lista, divertida e saborosa aos fãs que por ventura vierem a ler este humilde blog, nada mais é que uma grande desculpa para evocar meu carinho pela plataforma dos &#8220;100 MEGA SHOCK&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/Rrxlp.gif" alt="" width="625" height="213" /></p>
<p></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E aí, qual seria a sua lista?</p>
<p>Poste nos comentários!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/22/10-musicas-inesqueciveis-do-saudoso-neo-geo-por-evilgambit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>4 jogos que eu ainda aguardo uma tradução para o inglês &#8211; por evilgambit</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/18/4-jogos-que-eu-ainda-aguardo-uma-traducao-para-o-ingles-por-evilgambit/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/18/4-jogos-que-eu-ainda-aguardo-uma-traducao-para-o-ingles-por-evilgambit/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 09:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1802</guid>
		<description><![CDATA[Aguardando ansiosamente desde 1999. &#160; &#160; Agora que estou de férias, aproveito o tempo livre para jogar o clássico Front Mission 5, lançado para o Playstation 2 e que nunca viu versão oficial no ocidente, mas que ganhou uma excelente tradução (com anos de dedicação) para o inglês feita por um grupo de fãs. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/VVqZj.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>Aguardando ansiosamente desde 1999.</p>
<p><span id="more-1802"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora que estou de férias, aproveito o tempo livre para jogar o clássico Front Mission 5, lançado para o Playstation 2 e que nunca viu versão oficial no ocidente, mas que ganhou uma excelente tradução (com anos de dedicação) para o inglês feita por um grupo de fãs.</p>
<p>E eu o recomendo pois o rpg da Square Enix tem uma história interessante, com gráficos e sistema de batalha melhores que Front Mission 4 (que não agradou muito os fãs da série&#8230;).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até a geração do Playstation, Saturn e Nintendo 64, o nicho de produção dos jogos ainda era concentrado no Japão e por esse motivo muitos bons jogos, por uma questão cultural e/ou mercadológica, nunca tiveram versão no ocidente. Mas desde 1999 quando me adentrei no obscuro mundo da emulação aprendi que muitos clássicos japoneses poderiam ser apreciados através das traduções não autorizadas, realizada por comunidade de fãs escondidas nos confins da Internet.</p>
<p>E desde então nós jogadores ganhamos boas traduções para excelentes jogos que pelos meios oficiais seriam exclusividade dos japoneses. Quem acompanha a EGL à alguns anos com certeza se lembra dos momentos de euforia com os lançamentos das traduções de Seiken Densetsu 3, Front Mission Gun Hazard, Tactics Ogre, Mother 3, Dragon Quest III e Tales of Phantasia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas ainda existem obras gamísticas com traduções em andamento ou que ainda não tiveram o privilégio de ser foco de trabalho para esses abnegados tradutores e fãs.</p>
<p>Abaixo você confere a minha lista de 4 jogos japoneses que anseio por uma tradução para o Inglês:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Shinsetsu Samurai Spirits Bushido Retsuden</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>RPG baseado no enredo de Samurai Shodown I e II com versões para o Neo Geo CD, Saturn e Playstation. Tem belos sprites retirado dos jogos de luta, instalados na clássica mecânica dos rpg´s japoneses dos anos 90. </p>
<p>À um tempo atrás encontrei um video mostrando o jogo rodando em inglês, o autor da façanha apresenta-se como Moriya. Não faço idéia do progresso do trabalho atualmente mas seria uma pena vê-lo morrer na praia visto que a qualidade da tradução demonstrada no vídeo é soberba.</p>
<p>Confira:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/nsh9NLd1n9E" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br />
Tengai Makyou: Daishi no Mokushiroku &#8211; The Apocalypse IV </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A série Tengai Makyou é muito famosa no Japão e completamente desconhecida no ocidente. Esse capítulo lançado originalmente para o Saturn (em 2006 ganhou uma versão para o PSP, també sem tradução para o inglês) eu joguei através de um cd de demos que veio com uma revista japonesa quando morava no Japão, não entendi muita coisa mas lembro-me até hoje da rica trilha sonora, da beleza dos gráficos 2D (uma especialidade do Saturn) e da ambientação no velho oeste norte americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Queria muito poder jogá-lo em inglês mas infelizmente não há nenhum tradutor ou grupo interessado no jogo. Também descartaria a possibilidade da versão para PSP ganhar uma tradução oficial visto que o portátil caminha para o ostracismo.</p>
<p>Resta tomar coragem e jogar usando a <a href="http://www.gamefaqs.com/saturn/574599-tengai-makyou-daishi-no-mokushiroku-the-apocalypse/faqs/5310">tradução em texto</a> disponível no site GAMEFAQS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/ZoqQljDld6A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Game Center CX: Arino no Chousenjou 2</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É o Retro Game Challenge 2 para Nintendo DS. O primeiro jogo da série (lançado oficialmente em inglês) é um dos meus preferidos no Nintendo DS.</p>
<p>Para quem não conhece, a série é baseada no programa Game Center CX da TV Fuji no Japão e protagonizado pelo honorável Shinya Arino. A figura tem como missão zerar jogos clássicos japoneses, sejam ele do Nintendinho, PC Engine, arcades, etc. Também rolam entrevistas interessantes com personalidades de peso na indústria dos jogos eletrônicos do Japão e outras matérias que focam no gamer com seus 30 anos de idade.</p>
<p>Muitos episódios encontram-se disponíveis com tradução para o inglês <a href="http://www.gamingcx.com/category/gccx">neste endereço eletrônico</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Retro Game Challenge 2 está sendo traduzido para o inglês e o andamento dos trabalhos consta <a href="http://rgc2.moonfruit.com/">neste site</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/-qkOCWTnLzc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Front Mission Alternative</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alternative é um spin-off lançado para o Playstation em 1997 e para variar apenas no Japão.</p>
<p>Ele é bem diferente de Front Mission 2, lançado alguns meses antes para o console da Sony e o restante da série pois Front Mission Alternative funciona como um RTS bem básico, bastante diferente do modelo &#8220;tactics&#8221; dos jogos principais da série.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O jogo também prima pelo enredo, ele se passa várias décadas antes do primeiro jogo (lançado originalmente para o Super Famicom) e retrata um conflito na África, onde os wanzers (os robôs da série) foram utilizados pela primeira vez com fins militares, mudando para sempre a face das guerras.</p>
<p>Quando morava no Japão eu comprei esse jogo, bem baratinho por ser usado e acabei fucei bastante nele. Muitos anos depois através da Internet eu tive a oportunidade de ler boa parte do enredo do jogo traduzido por fãs (o site não existe mais, uma pena) e acabei fascinado pela temática bélica e política da série.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mesmo grupo de fãs que traduziu Front Mission 5 está empenhado na tradução do jogo. Confira maiores detalhes <a href="http://frontmission.info/wiki/pmwiki.php/Main/VideoGameTranslations">clicando aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/v5nrw_8pf9w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E para os que ficaram interessados na tradução de Front Mission 5 para o Playstation 2, eu recomendo começar por <a href="http://frontmission.info/wiki/pmwiki.php/Main/Downloads">esse link</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/18/4-jogos-que-eu-ainda-aguardo-uma-traducao-para-o-ingles-por-evilgambit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O legado de Yu Suzuki &#8211; por evilgambit</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/16/o-legado-de-yu-suzuki-por-evilgambit/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/16/o-legado-de-yu-suzuki-por-evilgambit/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universo gamer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1795</guid>
		<description><![CDATA[O Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni dos videogames. A maior mente criativa da SEGA de todos os tempos e muito jogador mal sabe quem ele é. Mas com certeza jogou uma de suas obras gamísticas. &#160; &#160; Mais uma vez chupinho o canal norte americano G4 com este excelente documentário sobre Yu Suzuki. &#160; &#160; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/25yyJ.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>O Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni dos videogames. A maior mente criativa da SEGA de todos os tempos e muito jogador mal sabe quem ele é.</p>
<p>Mas com certeza jogou uma de suas obras gamísticas.</p>
<p><span id="more-1795"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais uma vez chupinho o canal norte americano G4 com este excelente documentário sobre Yu Suzuki.</p>
<p><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/oZVtRSAvr2o" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todo mundo conhece Shigeru Miyamoto da Nintendo ou Hideo Kojima da Konami, ambos são mentes criativas responsáveis pelos melhores jogos de suas respectivas casas.</p>
<p>Mas pouca gente conhece o lendário Yu Suzuki, o grande precursor dos arcades da SEGA e pai das maiores franquias da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Suzuki-san deu o pontapé inicial para a propulsão dos jogos poligonais nos arcades com a placa Model 1 e Model 2, responsáveis por jogos como Virtual Racing, Virtua Fighters e o inesquecível Daytona USA.</p>
<p>Se não fosse por Yu Suzuki não teríamos Gran Turismo ou Street Fighter IV hoje, pois foram suas fraquias que ditaram mudanças radicais na concepção dos jogos destes gêneros ao abandonar os gráficos em sprites para polígonos e texturas aplicadas, tendo sempre como meta os 60 quadros por segundos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Japão os arcades serviam como parâmetro para o mercado doméstico de videogames e quando os arcades de Yu Suzuki demonstraram toda a beleza dos gráficos tridimensionais toda a indústria se mexeu para incorporar a mudança dos novos tempos, leia-se a introdução de chips especiais como SFX que trouxe Star Fox para o SNES em 1993 e o desenvolvimento de consoles como o Playstation (com um hardware totalmente focado em jogos 3D) e do próprio Sega Saturn.</p>
<p>E claro, se não fosse pelos colossais e divertidos arcades do Suzuki-san não haveria Playlands nos shoppings do Brasil  nos anos 90.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente ele está encostado em uma divisão da SEGA no Japão, a AM PLUS, focada em arcades (que ainda sobrevivem no mercado de lá) e fazendo bosta nenhuma. No final do ano passado boatos circularam pela rede anunciando sua saída da SEGA e o intento de fundar um estúdio próprio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem sabe assim ele retorna triunfalmente ao mercado mainstream, ou seja: aos consoles desta ou da próxima geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/16/o-legado-de-yu-suzuki-por-evilgambit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O nascimento e fim dos arcades &#8211; por evilgambit</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/12/o-nascimento-e-fim-dos-arcades-por-evilgambit/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/12/o-nascimento-e-fim-dos-arcades-por-evilgambit/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 21:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1768</guid>
		<description><![CDATA[Ou a história (a oficial e minha) dos fliperamas, no bom português do Brasil. &#160; &#160; O documentário do canal norte americano G4 é amplo pois começa com o assombroso sucesso comercial de clássicos como Pong, Space Invaders e Asteroides e vai até os estimulantes (e gigantescos) simuladores que Yu Suzuki criava para a SEGA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/njefA.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>Ou a história (a oficial e minha) dos fliperamas, no bom português do Brasil.</p>
<p><span id="more-1768"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O documentário do canal norte americano G4 é amplo pois começa com o assombroso sucesso comercial de clássicos como Pong, Space Invaders e Asteroides e vai até os estimulantes (e gigantescos) simuladores que Yu Suzuki criava para a SEGA nos anos 80 e 90. </p>
<p>Vale observar que o documentário dá muita ênfase à fase primordial dos arcades, nos arcaicos jogos da década de 80. E deixa de comentar a fase anos 90, muito mais popular dentre os leitores deste blog devido a faixa etária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo assim vale a pena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/eJw9eU0a3i0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bom, vou aproveitar o texto e comentar rapidamente a minha trajetória nos fliperamas.</p>
<p>Eu era bem novo quando comecei a frequentar esses lugares escusos. Geralmente bares de esquina, algumas padarias e quando fiquei mais velho passei a frenquentar os fliperamas do centro da cidade, nesta fase o foco já eram os jogos de luta da Capcom e SNK.</p>
<p>Os primeiros jogos de arcade que lembro ter posto as mãos foram:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/VKcU5lcXpOU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/Giv3PQb6LT8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isso era final da década de 80, na época nem videogame em casa eu tinha. Era um pivete ranhento que as vezes tinha que puxar uma cadeira de ferro (daquelas dobráveis da Brahma) para poder assistir e pouquíssimas vezes jogar. Uma coisa que adorava era ouvir os samplers das trilhas desses jogos, era algo mágico na minha cabeça. O brilho excessivo das telas, a dificuldade e todo o resto me cativava. </p>
<p>Foi ai que nasceu meu vício maldito pelo jogos eletrônicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algum tempo depois outros arcades foram chegando (e junto com alguns amigos fui descobrindo outros lugares no bairro com máquinas disponíveis, lembro-me de verdadeiras viagens de bicicleta para conferir um jogo novo).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/EPq8y8Ho-qQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/_0kKGOQOYxg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/ZHDlpbLD3OY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Robocop, TMNT e ESWAT foram jogos inesquecíveis para mim e o motivo pode parecer absurdo hoje em dia: eles tinham VOZES DIGITALIZADAS. Sério, isso me impressionou muito.</p>
<p>Tanto que isso me lembra um determinado momento da minha infância. Minha mãe havia pedido ao pequeno aqui ir na padaria mais próxima comprar uma dúzia de pães.</p>
<p>Lá vou eu comprar pão. Quando chego no estabelecimento vejo uma máquina enorme das TMNT com quatro controles e volume no talo. Óbvio que fiquei lá vendo a rapaziada jogar. </p>
<p>Quando voltei para casa:</p>
<p>Eu: MÃE, CHEGOU O FLIPERAMA DAS TARTARUGAS NINJAS E ELA CANTA A MUSICA DO DESENHO! A SENHORA PRECISA VER!!!!!!!!!!!!!!<br />
Minha mãe: Ok, e os pães?<br />
Eu: Que pães?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi com ESWAT que eu comecei a tomar gosto pela coisa e jogar com seriedade, decorando passagens e colecionando experiência para a infame tarefa de terminar com uma ficha. Robocop eu só fui conseguir fazer isso no MAME em 2003.</p>
<p>Outros jogos da SEGA me marcaram, como Golden Axe que era delicioso de jogar com um amigo e outros jogos de porradaria, em especial os da Capcom como Final Fight e Captain Commando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E em 1992 eles chegaram e tomaram o planeta de assalto.</p>
<p>Sim, os 8 &#8220;world warriors&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/lGSKZgEnbYI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ai veio a febre. Todo mundo queria um Super Nintendo, todo dono de Mega Drive lamentava e qualquer tostão sobrando se tornava fichas pois os melhores jogadores do bairro, da cidade e da região começavam a disputar entre si. A Capcom alimentou a sede por novidades com sequências e outras séries até o final da década de 90 e vale ressaltar, a SNK chegou a dividir meu coração como Samurai Spirits, Fatal Fury Real Bout Special e KOF 98.</p>
<p>Eu tenho essas memórias guardadas com carinho e muita pena desta geração Playstation que aprendeu a gostar de jogos piratas e nunca soube e nem saberá valorizar o valor do &#8220;coin up&#8221; até o &#8220;thank you for playing&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os fliperamas agora são apenas história e eu só posso relembrar (e emular).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você quer ler mais sobre os saudosos fliperamas, recomendo <a href="http://www.evilgambit.com/blog/2011/01/20/a-saudosa-era-dos-fliperamas-por-ninja/">clicar aqui</a> e ler o artigo do Ninja.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/12/o-nascimento-e-fim-dos-arcades-por-evilgambit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil vs Canadá no SSFIV 2012- por evilgambit</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/11/brasil-vs-canada-no-ssfiv-por-evilgambit/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/11/brasil-vs-canada-no-ssfiv-por-evilgambit/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 04:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universo gamer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1764</guid>
		<description><![CDATA[Luvinha (Ryu) vs JS Master (Balrog). &#160; &#160; Melhor de 9 entre o brasileiro Luvinha e o canadense JS Master nas prévias do WP CUP 2012, um campeonato de altíssimo nível (como vocês podem notar através desta luta épica) realizado em São Paulo a alguns dias atrás. Quem quiser mais informações sobre o WP CUP [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/4f2qJ.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>Luvinha (Ryu) vs JS Master (Balrog).</p>
<p><span id="more-1764"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Melhor de 9 entre o brasileiro Luvinha e o canadense JS Master nas prévias do WP CUP 2012, um campeonato de altíssimo nível (como vocês podem notar através desta luta épica) realizado em São Paulo a alguns dias atrás.</p>
<p>Quem quiser mais informações sobre o WP CUP 2012, eu recomendo visitar o <a href="http://www.portalversus.com.br/">Portal Versus</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo a peleja empolgante:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/B-evNGW-IYo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito foda ein. Brasileiro que não desiste nunca é isso ae.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PS: EGL voltou de suas merecidas férias. Eu ainda estou de férias e em casa isso significa a finalização de alguns artigos e mais postagens para vocês. Isso claro, se o PS3 não atrapalhar, hehehe.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2012/01/11/brasil-vs-canada-no-ssfiv-por-evilgambit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os 5 jogos que mais joguei em 2011 &#8211; por evilgambit</title>
		<link>http://www.evilgambit.com/blog/2011/12/28/os-5-jogos-que-mais-joguei-em-2011-por-evilgambit/</link>
		<comments>http://www.evilgambit.com/blog/2011/12/28/os-5-jogos-que-mais-joguei-em-2011-por-evilgambit/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 23:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>evilgambit</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.evilgambit.com/blog/?p=1760</guid>
		<description><![CDATA[Os 5 jogos mais jogados lá em casa. &#160; &#160; Eu joguei um bocado em 2011 pois todo mundo que me conhece sabe que eu prefiro jogar à dormir. &#160; Desde que comprei o PS3 o hábito de jogar online tornou-se uma rotina e também graças ao console da Sony eu descobri os benefícios da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.imgur.com/XH7qU.jpg" alt="" width="625" height="150" /></p>
<p>Os 5 jogos mais jogados lá em casa.</p>
<p><span id="more-1760"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu joguei um bocado em 2011 pois todo mundo que me conhece sabe que eu prefiro jogar à dormir. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde que comprei o PS3 o hábito de jogar online tornou-se uma rotina e também graças ao console da Sony eu descobri os benefícios da compra por download, jogos considerados &#8220;menores&#8221; e quase sempre direcionado a um públicos específicos que não teria muita chance na distribuição física.</p>
<p>Os jogos por DLC são meus preferidos. Poder jogar jogos de luta lançados em 1999 com um novíssimo modo online ou conferir &#8220;jogos simples&#8221; com excelentes gráficos como Renegade Ops é um sonho realizado. Quem não queria rever um estilo que você adorou ter em mãos nos anos 90, só que com toda pompa gráfica e recursos de hoje?</p>
<p>E pagar apenas 10 ou 15 dólares por isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo você confere os 5 mais jogados por mim em 2011. E você está livre para colocar o seu top five nos comentários. Já descobri boas pérolas fuçando comentários sagazes neste e em outros sites.</p>
<p>Vamos lá!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vanquish</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/pSobXtcZVrc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um excelente jogo de tiro em terceira pessoa, com bons gráficos, jogabilidade complexa num de cenário de ficção científica. O que mais eu poderia querer?</p>
<p>Porém Vanquish vai além do que se espera do gênero pela intensidade dos tiroteios e a pirotecnia alucionante vinda da mente consagrada de Shinji Mikami, responsável pelo emblemático Resident Evil 4, aquele que à uma geração atrás definiu o mesmo gênero de jogos de tiro em terceira pessoa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vanquish brinca com as possibilidades e torna complexo (porém amigável, contando que você leve o tutorial no começo do jogo como sagrado) os embates ao permitir uma combinação meticulosa de velocidade, precisão e brutalidade. Enquanto outras séries te convencem a ficar seguro em sua cobertura arremessando granadas e atirando a conta gotas, Vanquish te incentiva a partir pra briga, deslizar em alta velocidade e ativar uma câmera lenta ao passar por baixo das pernas de um colossal criatura mecanizada e acertá-la justamente nos bagos.</p>
<p>Vanquish é o meu Contra em HD e livre das amarras em duas dimensões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Call of Duty Modern Warfare 3</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/1xjCdN_rWCE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É o final épico para a campanha histórica em uma terceira guerra mundial que eclodiu face a instabilidade do oriente médio, ultra nacionalistas russos e a prepotência norte americana. O desfecho para a enredo que começou no primeiro Modern Warfare é digno de nota.</p>
<p>Enquanto isso, o modo multiplayer não inventa moda enquanto lima boa parte da gordura inútil de Black Ops, focando exclusivamente na jogatina online. O Matchmaking é soberbo para nós brasileiros, os mapas são variados/enormes/detalhados/estratégicos e toda a gama de customização que vai das armas às habilidades garantem uma infinidade de variáveis, fica fácil evoluir e customizar tudo no seu próprio estilo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale lembrar que desta vez a IW está dando um excelente suporte aos jogadores, corrigindo bugs, eliminando exploits e banindo cheaters com atualizações regulares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br />
Yakuza 4</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/_h_Ufzry_2Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após 3 jogos focando exclusivamente na pele de Kiryu Kazuma, dividir Yakuza 4 com outros 3 protagonistas inéditos parecia ser uma aposta arriscada.</p>
<p>Saejima, Tanimura e Akiyama são excelentes personagens para conviver no fictício distrito de Karumocho. Cada um deles tem estilo, personalidade e briga de forma distinta, garantindo um frescor de novidade à série.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sempre gostei de Yakuza por seu apelo cinematográfico e pela temática obscura (e de muitas maneiras realistas) ao se tratar a máfia japonesa. É verdade que existe muito humor e referências bizarras nas inúmeras quests acessíveis durante as 14 hrs de jogo, mas é na seriedade da trama principal com todas suas nuances e sofisticações que o jogo brilha. Yakuza 4 é mais maduro que os anteriores, sob todos os aspectos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br />
Renegade Ops</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/DQwLYWixReE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sente saudade de sprites detalhados como nos melhores jogos de Neo Geo? Seus ouvidos anseiam por novas explosões e trovoadas proporcionadas por armamento pesado? Sempre gostou de jogos de tiro e menciona jogos como Mercs espaço cativo em seu coração retrogamer?</p>
<p>Então você precisa conhecer Renegade Ops.</p>
<p>A engine utilizada pela Avalanche Studios faz misérias pois é possível destruir &#038; interagir com muita coisa, e tudo regrado com muitos efeitos de luz e particulas para deixar os belos e organicos cenários ainda mais bonitos e flamejantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O jogo funciona como um MERCS modernizado mesmo, utilizando de forma tranquila os dois analógicos do console. A jogabilidade é franca e direta, trata-se de um jogo de tiro moderno com apelo oldschool e viciante.</p>
<p>Um dos jogos mais divertidos do ano, sem dúvidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Street Fighter III 3dr Strike Online Edition</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/gMv5T3fGuMw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Street III sempre foi considerado complexo demais para meros mortais.</p>
<p>Eu discordo. Não sou nenhum profissional dos jogos de luta e me divirto à beça com ele.</p>
<p>Toda a mecânica clássica de SFII é válida como ponto inicial, mas é nas nuances que 3rd Strike vícia. É um jogo muito técnico pois é bem complicado dominar o timming para os combos e cada personagem funciona de forma completamente diferente. Quem está acostumado com o Ryu de SFIV, por exemplo, terá que reaprende quase tudo com o Ryu deste jogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E é ai que reside a graça da coisa toda pois eu achei bem gratificante evoluir do completo saco de pancadas para um oponente que pode dar trabalho até nos embates, digamos mais técnicos.</p>
<p>Quase que como numa verdadeira arte marcial, que você domina aos poucos e aprende bastante com seus oponentes.  E foi bem divertido pois fiz boas amizades jogando-o na PSN.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/5ggdfyYGcVk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.evilgambit.com/blog/2011/12/28/os-5-jogos-que-mais-joguei-em-2011-por-evilgambit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

