O que ando jogando (especial Final Fantasy XIII) – por evilgambit

Já estou com uma cópia de Final Fantasy XIII para o Playstation 3.
Após seis horas de jogatina, será que para exprimir alguma opinião?
É arriscado colocar aqui uma opinião definitiva, ainda mais depois da decepção que eu senti na metade para o final de Final Fantasy XII (com aquele enredo grandioso que se dilui para se tornar um engodo para uma seqüência medíocre no Nintendo DS).
Final Fantasy XIII vem tendo algumas críticas negativas por parte da mídia ocidental. Eu não sou de ler resenhas, ainda mais de veículos e sites que nitidamente não são compatíveis com meu gosto gamístico e ainda mesmo assim estou ciente sobre algumas verbalizações nocivas à série que remete a indústria japonesa de jogos eletrônicos.
Será verdade?
E minha opinião importa?
Eu sou uma espécie de dinossauro dentre os sites (e opiniões) a respeito do gênero hoje tão difundido como J-RPG no país, há dez anos eu decidi criar uma espécie de santuário para o estilo e acho que minha opinião pode ajudar a orientar quem ainda não teve a oportunidade de experimentá-lo e que de alguma forma respeita meu gosto pessoal.
Gosto da série, sou grande fã de alguns jogos da mesma, tive a oportunidade de assistir boa parte da versão japonesa (não joguei, só assisti) e estou com seis horas de experiência na versão norte americana para o PS3.
Vou separar por tópicos:
Gráficos
Não dá para negar, FFXIII é um jogo muito bem trabalhado. A palavra FANTASIA é honrada no design do 13º jogo da série. Cada novo ambiente transpira detalhes, espírito e beleza estética. É tudo muito bem colorido e vivo em certos pontos, crível e áspero quando necessário.
E cabe dizer, as ambientações são extremamente variadas.
O design dos personagens é muito legal. Existe uma maioria feminina no elenco do jogo e são todas belas e personificadas. Tetsuya Nomura deu uma freiada na viadagem, embora ainda demonstre sua obsessão com o excesso de laquê, talvez este seja seu trabalho mais voltado ao gosto “ocidental”. Sem perder sua personalidade e nem parece menos com um jogo japonês.
Musica
No princípio não há muita ênfase na trilha sonora. Ela é bem incidental. Como FFXIII é um jogo extremamente cinemático, a musica às vezes fica em segundo plano. Mas engrandece nos momentos certos e faz jus a qualidade épica da série.
Não tem a melhor trilha sonora da série, ao menos ainda. Mas deve ter uma das musicas de batalha mais inspiradas….
E vocês sabem como isso é importante num rpg. Ela gruda na cabeça, de verdade!
Jogabilidade
É complicado explicar o sistema de batalha deste jogo. Vejamos:
- Sim, você controla apenas um personagem nas batalhas, até agora composto sempre por 3 integrantes
- O sistema de evolução de habilidades, força, destreza, HP e magias funciona de forma semelhante à FFX. O diferencial é que existe um “J” de Jobs nesse sistema
- Nesse sistema simplório de jobs convém que cada personagem pode assumir múltiplas personalidades (ora guerreiro, ora médico, por exemplo)
- E isso será muito útil no tal de SISTEMA DE PARADIGMA
E o que é essa porra?
O Sistema de Paradigma funciona de forma semelhante aos “gambits” de FFXII. No meio da batalha você pressiona L1 e pode selecionar alguns estilos de luta (ou Paradigma, como queira), na necessidade seus personagens podem recuar e priorizar a recuperação de HP ou serem mais agressivos e partir para cima dos inimigos sem pensar nas conseqüências.
O sistema de batalha de FFXIII aparenta ser quase que automático, mas é MUITO estratégico e perigoso. Um mísero descuido e é GAME OVER! A mudança de Paradigma é instantânea e a IA tanto dos inimigos como dos personagens é muito decente.
Eu lí por ai gente dizendo que dá para terminar o jogo só pressionando o botão X. Sem dúvidas essas pessoas jogaram FFXIII pelo Youtube. Não existe mais a preocupação com MP ou em dar potions para cada personagem, é tudo aparentemente facilitado e funciona quase que de forma automática, mas depende mais do senso de estratégia do líder (àquele que controla o personagem principal nas batalhas) que qualquer outra coisa.
Outro detalhe importante é que desta vez magias de status como poison e protect são vitais nas batalhas. Isso me lembrou bastante Dragon Quest, onde destruir a resistência do inimigo com uso de magias específicas pode ser tão fundamental como os ataques poderosos para eliminá-lo.
Outras novidades importantes:
- Como em FFXII, não existem mais batalhas aleatórias, você vê os inimigos no cenário e decide se quer enfrentá-los
- Muito da customização física dos personagens foi suprimida, como equipamento até agora eu só vi armas e acessórios, nada de armaduras, capacetes, etc.
- O GAME OVER não leva mais à tela título, você retorna até a última batalha perdida.
- O fator exploração foi limado também nas cidades, você interage de forma simplória com alguns NPC´s e nada de lojas e coisas do tipo. Os “shops” agora são acessados nos save points, em forma de menus.
- Os personagens não tem níveis de experiência. O aumento da força e HP é determinado nas melhorias do sistema de evolução, aquele, parecido com FFX.
Enredo
Final Fantasy XIII abraçou a idéia de que um jogo da série deve ser épico na forma de se contar sua história. O décimo terceiro jogo da série parece que resolveu abandonar mais alguns conceitos quase que sagrados nos rpg´s japoneses e focar na narrativa.
E ajuda muito neste aspecto a excelente dublagem, de ambas as versões: japonesa e norte americana.
E sim, o jogo é absurdamente linear, as seis horas de jogo dá para serem resumidas com 3 frases:
Um corredor quase retilíneo
Batalhas rápidas
Cutscenes alimentando os anseios dos personagens
O jogo parece deixar bem claro, você está jogando pela história, acima de tudo. E o enredo de FFXIII carrega 3 qualidades de outros jogos da série:
- Ele não tem apenas um protagonista, funciona como Final Fantasy VI onde vários personagens dividem os holofotes.
- O enredo tem romantismo fácil e sincero e alguns elementos místicos que lembram Final Fantasy X
- O jogo tem momentos de intervenções e mudanças de ritmos radicais na trama, como Final Fantasy IV
Onde estou, os personagens principais ainda estão dissolvendo os véus que encobrem suas motivações, mas cabe lembrar que INFELIZMENTE eu já vi boa parte do final da versão japonesa. O fator spoiler pode ser ruim, mas em alguns casos é positivo. Vou exemplificar com uma cena de Star Wars.
Lembram em Episódio VI, quando Luke questiona e Vader sobre abandonar o lado negro e ajudá-lo a destruir o Imperador? E o lord Sith apenas afirma de forma bastante vaga: “é muito tarde para mim, meu filho.”
Esse momento tem um peso diferente, se você conhece a tragédia na vida de Anakin mostrada de forma irregular nos episódios I, II e III. Em muitos momentos no jogo ao ver personagens rindo aparentemente sem motivo (traduzindo, sendo abobalhados), ou sendo por demais otimistas com o andar da carruagem, eu tive a mesma sensação que em Retorno de Jedi, após degustar a nova trilogia…
E vale salientar, eu estou adorando a Lighting. Puta personagem forte e FODA! Nomura é um japonês curioso pois sempre gostou de conceber protagonistas homens e aviadados, e agora me vejo controlando uma bela mulher com determinação e dureza de ferro.
Enfim. Estou gostando do jogo. Hoje em dia não tenho mais muita paciência com rpg´s. Mas posso afirmar que duas séries ainda me fazem tomar café e enfrentar uma madrugadinha às claras jogando sozinho na sala, Dragon Quest e Final Fantasy.
São muito diferentes entre si, mas me cativam da mesma maneira.
Sobre a linearidade (exagerada, é verdade), cabe questionar, qual Final Fantasy não era linear? Na grande maioria dos rpg´s japoneses é sempre a mesma coisa, você abre um evento em uma cidade, encaminha-se para uma caverna logo ali, enfrenta um monstro bizarro e bora para uma outra cidade. Não dá para fugir desta artimanha.
Ao meu ver, os produtores resolveram deixar de mascarar essa deficiência e focaram seus esforços na qualidade da narrativa e os personagens. É muito agradável constatar que a série consegue sempre se superar sendo criativa com um sistema de batalha que ela praticamente ajudou a criar no gênero e fazer me continuar a jogar, simplesmente porque estou curioso (e prazeiroso) com o andar da história.
Àqueles que adoram Dragon Age (e outros do gênero) e gostam da tal liberdade imbutidas em rpg´s ocidentais, admito, Final Fantasy XIII pode não ser um jogo para você. Da mesma forma que eu não tenho paciência para 4 horas de jogatina apenas para liberar a porra de um evento ou comprar alguns itens com preços extorsivos na loja de magia mais próxima.
Quando eu terminar Final Fantasy XIII, é bem provável que eu faça uma análise completa, com uma opinião formada. Eu estou achando o jogo bem agrádável, a trama e o sistema de batalha divertido, ajudam a cativar.
Mas a linearidade excessiva (que mata qualquer chance de exploração), a perda de alguns elementos clássicos da série e alguns diálogos realmente idiotas em algumas cutscenes às vezes em levam a crer que muito poderia ser melhorado.
O importante é que esse (que era para ser um pequeno) hands on ajude a esclarecer alguns pontos do jogos para os verdadeiros fãs do gênero e da série. Eu não iria deixar de jogar este jogo por causa de algumas críticas negativas da dita “mídia especializada”, bom ou ruim eu saberei só depois de degustar melhor. Muito provavelmente depois de terminá-lo.
Vídeos para degustar:
23 Comentários
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Então, acho que os menos xiitas conseguirão jogar e gostar do jogo, a tempos eu vejo você e o Mystic comentando sobre o jogo, e eu estou afim de “pagar para ver”. De qualquer forma, ótimo “hands on”, ótima comparação com SW. E definitivamente ue vou precisar jogar para entender o sistema de batalha, que mesmo com seu texto e o video eu não entendi como funciona.
Abrass
é complicado.
eu fiz algo q nunca faço… li meu próprio post. E confesso q até pra mim q to com seis horas de jogo é confuso.
Explicar sistema de batalha de FF é como conversar sobre finanças com uma mulher, COMPLICADO PRA PORRA.
Ótimo hands on.
Não sou xiita, na verdade nem me considero fã de FF, apesar de gostar muito da série, e não vejo problemas nas principais mudanças do jogo. Porém fico me questionando sobre o fator replay desse jogo, pelo menos PRA MIM, a exploração é importante num RPG. Adoro ficar perdido em um mapa procurando o que fazer, por isso gostei tanto do XII.
Mas se eu tivesse um PS3, compraria o XIII com certeza.
aew evil! Mais um ótimo texto… Acredito que o meu FFXIII chegue na próxima terça, e confesso que depois do que você e o mystic andam falando eu me empolguei tanto que até acabei comprando o jogo!
abraço pro dinossauro!
Já estou com umas 50 h de jogo, ainda não terminei, mas o jogo é grandioso. A história vai se explicando e muitas vezes de forma inesperada, com os twists que todo bom RPG tem de ter. Se vai terminar de forma coerente, fico por ver, mas até agora esse foi o melhor ff que joguei após os clássicos VI e VII.
Quanto à linearidade concordo com você, ela sempre esteve aí, mesmo no 6 e no 7 e gosto mesmo de acompanhar a história. Sua crítica não poderia ser mais exata.
Acrescento só que esse jogo tem tanta citação velada ou não de grandes jogos anteriores como os citados FFs e também o inesquecível e extradordinário Xenogears, que tem horas que chega a dar banzo. Foi meio como começar o jogo em Solaris como cidadão e acabar no planeta.
Bom hands-on Takaezu!
Agora alguem ae traduz esse texto pro ingles e manda pro destructoid. Aquele site falou um monte de merda do jogo eu tinha lido a analise deles e tinha ficado bem triste pq sou fã da série q nem vcs.
Agora to mais pé no chão pq confio muito mais na opinião do takaezu….
legal Evil
tava curioso pra saber como anda o 13
o review esclareceu muita coisa ja.
Eu, como um grande fã da série, fico feliz em saber que eles estão sempre inovando com algumas coisas.
E eu to sempre aberto a novidades, não é so pq é FF que tem q ser sempre “nós de um lado e os mobs do outro”. afinal, foram 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10!! jogos da serie sempre com o mesmo estilo de porrada.
Eu gostei do XII e sei que vou gostar do XIII.
Evil, duas perguntas rápidas:
Vi MUITAS comparações, dos próprios japoneses inclusive, da Lighting ser uma versão com útero do Cloud – o Cloud de FFVII, não o de Advent Children.A comparação é válida ou só encheção de saco?
Vc chegou a experimentar o FFGaiden no DS?Cara, o sistema de batalha “automático” dele soou bem similar ao que vc descreve no hands-on (exceto que em Gaiden vc controla todos personagens, mas eles escolhem em quem usar magias/itens/ataques).
Enzo,
Aparentemente, vendo clips e fotos, Light parece com Cloud. Ambos são misteriosos e tem até um visual semelhante (cores, cabelo, arma, sei lá). Mas são personagens distintos na minha opinião.
Cloud era um “fuck everything” no FFVII e só depois de MUITA PACIÊNCIA, o jogador começa a perceber que o calado e emburrado tem passado e motivações. A Light desde o inicio tem um foco na trama, ela é igualmente envolta em mistérios, mas bem mais pró ativa, durona e certeira que o marrento Cloud. Não gosto muito do Cloud e dos personagens do VII, acho que depois de jogar VI, isso fica mais evidente ainda..
FFXIII tem os melhores personagens, na minha opinião, desde o Snes.
Sobre o FF Gaiden, não joguei. E provavelmente nem jogarei, prefiro gastar meu tempo com os principais e não os spin-offs.
“e ainda mesmo assim estou ciente sobre algumas verbalizações nocivas à série que remete a indústria japonesa de jogos eletrônicos.”
De uns tempos para cá vejo que os J-RPGs vem sendo muito criticados e me pergunto o por quê? Tenho jogado alguns poucos J-RPGs ultimamente(sou geração Atari, joguei quase todos J-RPGs do NES para frente) e tirando os gráficos não tenho visto nada que deixe os jogos ruins. Está tudo lá, como sempre esteve, com melhorias é claro. Por outro lado tive o prazer de começar a jogar Dragon Age: Origins há dois dias e meu queixo simplesmente caiu. O jogo é realmente muito bom, a história, até agora me agradou bastante, e a possibilidade, talvez ilusória, de decidir o que vai fazer em várias partes do jogo foi o que mais me chamou a atenção. Até jogar DA só tinha jogado Septerra core e Diablo de RPGs ocidentais. Será então que falta “a maldita inovação” em J-RPGs? Eu não sinto falta disso.
Enfim, ótimo “hands-on”, parabéns!
Boa Ebiru!
Acho errado comparar J-RPG com RPG ocidental, o foco é totalmente diferente, enquanto ocidentais buscam inovações em seus jogos pura e simplesmente, os J-RPG buscam muito o fator história, jogo J-RPG para me entreter muito com uma boa história e narrativa, é um livro jogável, mas RPG ocidentais tem milhares de quests, milhares de histórias e possibilidades, magias a dar com pau, skills… tudo para vc se sentir fodão. Minha opinião, claro, isso importa?
Jogo os dois tipos de RPG, mas por motivações diferentes.
E mais uma coisa Ebiru, é impressão minha ou FF está separando nitidamente o q quer em cada jogo FF??? Vide FFIV Online e FFXIII Agito (este foi noticiado como J-RPG aos moldes antigos de batalha e evolução de personagens).
E sim, está na hora de comprar um PS3 (GOW, Gran turismo, MGS e FF já são uma ótima razão para ter este console).
eu espero que os j-RPGs não fiquem como o DA.
tenha dó…
Assim não vai ter mais jogos pra quem procura um do gênero.
É so jogar qualquer um que vai ser a mesma coisa… ja pensou?
Eu gostei muito de jogar DA, mas, é chato as vezes me sentir perdido num jogo que te da tantas opções que vc para de jogar antes de termina-lo.
Não gosto da camera do DA, lembra muito ainda o neverwinter nights, onde o jogo era: câmera versus player. No DA houve melhoria na camera, mas… continua uma bosta, deveria ser como no Tower of elemental evil, uma camera parecida com a do Diablo, sempre de cima e ela não te arromba na hora do “pânico”.
Enfim, não tem como comparar rpg ocidental com oriental. Totalmente diferentes um do outro.
Olá, eu sinceramente estou com o pé atrás com FFXIII. E não é nem pelas mudanças no sistema de batalha e sim pela linearidade. O que mais me atrai em um RPG é o fator exploração. Estou a comparar FFXIII com FFX. Gostei muito do jogo e talz, mas quando me dei conta o que eu mais jogava era o jogo de futbol aquático
Sei lá. Tenho apostado horas, e tenho gostado, em Demons Souls. É um foco completamente diferente, porém tem me agradado muito. No demais, aguardo pela sua análise
É, nem tanto hype, nem tanta pedrada. FF é bom e cumpre a missão de contar a história.
1ª vez comentando aqui hehe ^^ (e olha que acompanho o site desde o tempo que tinha aquela página de entrada do Chrono Trigger).
Achei bem válido esse artigo sobre Final Fantasy tanto por aqui como pelos comentários de alguns amigos, levo a crer que realmente é um grande jogo.
O que mais me chateou em Final Fantasy XII foi a história e os personagens que, na minha opinião, foram muito fracos. Costumo dizer que seria possível trocar um ou dois personagens ali por chocobos que em nada afetaria o rumo das coisas. Por isso, só a comparação que vc faz com o VI (meu preferido) já me tranquiliza.
E concordo com você sobre a questão da linearidade. Em alguns jogos isso funciona, mas não precisa ser em todos. Uncharted por exemplo é bem linear e é um ótimo jogo.
Enfim, até semana que vem o meu FF chega *.*
Depois de 14 horas jogadas de FFXIII eu lamentavelmente desisti.
Só de raiva to jogando Suikoden pra PSX e estou viciado, como nos velhos tempos !
Ontem terminei o FF XIII. Grande jogo, talvez no mesmo nível dos melhores FFs. Muito boa linha de história, música muito boa e marcante, o sistema de combate é excelente, algumas vezes difícil pacas. Quanto à linearidade, fica muito difícil contar uma boa história sem isso e estamos falando de coisas absolutamente diferentes quando se compara DA com FF, ambos são bons de jogar, cada uma à sua maneira. Como disse antes esse FF tem mais gosto de Xenogears que de FF, o que é uma coisa boa para mim, gosto de jogo com bastante história. Se você gosta de J-RPG, compre sem medo, este vale realmente à pena.
Otimo! Acbai de encomendar o jogo, e tava com um cagaço de ser ruim… seu review me esclareceu mt coisa, com certeza irei aproveitar cada minuto de FFXIII!
Quem realmente tá falando mal é fan boy de mass effect, que acha q jogo bom de RPG tem q ter uma aliem lesbica e personagens sem carismas e vazios…
Não curto esse lance, de vc imaginar ser o personagem e ficar vagando 10 horas num mundo aberto sem fazer porra nenhuma de importante, enquanto enredo mesmo q é bom, fica de segundo plano!
Valew pelo review Evil
Ola a todos gostei muito dos comentarios do pessoal, e o site esta de parabens.
Quanto aos RPGs mencionados estou jogando DA e FF13 gostei muito dos dois.
Jogue apenas o ffx e ff12 completos zerei e abri alguns itens secretos nem todos, uma coisa que aprendi sobre ffs é que se muda muito pouco de um para o outro mas o pouco que muda faz muita diferença que e para melhor na minha opnião. O sistema de batalhas do ffx era tranquilo facio de jogar, ja o ff12 totalmente diferente éra preciso um pouco de atenção no sistema de batalhas para vencer algumas lutas por exemplo os elementais de ff12 mesmo estando 10 a 15 lvls acima do mob nao dava para matalos somente com equipamentos uma boa configuração de GABTS era possivel vencer tal batalha…
Agora FF13 vem com sistema de batalha semelhante ao ff12 com algumas mudanças que nem sei mencionar pois tenho poucas horas de jogo.
Na minha opinião jamas deveriamos comparar um ff com outro ff pois se for comparar sempre vai faltar alguma coisa.
Dragon Age e FF13 são otimos RPGs totalmente diferente um do outro para quem gosta são um prato e tanto .
Li otimos comentario neste review. Parabens a todos…
esse jogo é legal,e eu gostaria de joga ele..
oiaaaaaaaaaaaaaaah esse jogo god of war 6,é nóis
ola gostei muito da sua aponião sobre o jogo, vc demonstrou uma grande compreenção sobre o assunto, comprei o jogo essa semana para o 360 e é a primeira vez que jogo final fantasy, na verdade nunca joguei rpg e estou tendo muito dificuldade com o jogo, apesar de estar gostando muito, pelo fato de naun ter jogado nenhum dos titulos anteriores estou meio perdido,principalmente na hora de usar os menus fazer compras e vender as coisas pois naun sei o q devo vender ou comprar, rsrs, e ja estou garado em um oponente tipo uma nave grande meio quebrada parecendo um dinosauro,rs la pelas 02 horas de jogo, se vc ler o meu post e poder me da umas dicas ficarei muito grato! se puder add meu msn ai> brunobarbosas22@hotmail.com vlw abração
eu gostei
o sistema de batalhas eh soh um tipo de extensao de como era no crisis core
pena que eh meio limitado nas combinacoes
mas o importante eh deixar em stagger
depois que voce entende isso fica tudo mais facil
soh num tenho saco de ve as cinematics